Polícia Federal cumpre mandados em Rio Claro e Porto Ferreira

Polícia Federal faz operação contra fraudes em previdências municipais em 7 estados; Porto Ferreira tem a PrevPorto

Publicado em 13/04/2018 13:17:47 | Por: G1 São Carlos e Araraquara

Polícia Federal cumpre mandados em Rio Claro e Porto Ferreira
Caixas de Previdência Municipal são alvos de investigações da PF em todo o Brasil - DIVULGAÇÃO

 

 
 
 
Operação prende um em Rio Claro e cumpre mandados em Porto Ferreira

Operação prende um em Rio Claro e cumpre mandados em Porto Ferreira

A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira (12) mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária em Rio Claro e Porto Ferreira (SP). As ações fazem parte da "Operação Encilhamento", que investiga fraudes em institutos de previdências municipais.

Em Rio Claro, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão e um de prisão temporária. Já em Porto Ferreira, a PF cumpriu mandado de busca e apreensão. Os policias federais também estiveram nas cidades de Piracicaba, Hortolândia e Paulínia.

Ao todo, são 60 mandados de busca e apreensão e 20 de prisão temporária expedidos pela 6ª Vara Criminal de São Paulo em sete estados São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso.

 
Operação Encilhamento, da PF, fez buscas e prisões (Foto: Flávio Henrique/G1)

Operação Encilhamento, da PF, fez buscas e prisões (Foto: Flávio Henrique/G1)

Investigações

As investigações identificaram 28 Institutos de Previdência Municipais que investiram em fundos que, por sua vez, direta ou indiretamente, adquiriram os papéis sem lastro.

"Há o envolvimento de uma empresa de consultoria contratada pelos Institutos de Previdência e elementos que apontam para corrupção de servidores ligados a alguns Institutos de Previdência", diz a Polícia Federal.

Estão sendo investigados, até o momento, 13 fundos de investimento. No 2º semestre de 2016 foi constatada a existência de R$ 827 milhões em apenas oito destes fundos, dinheiro para o pagamento das aposentadorias dos servidores municipais.

Os investigados responderão por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro com penas de 2 a 12 anos de prisão.

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