Flash Day vai arrecadar recursos para família de tatuador de Porto Ferreira morto a tiros em São Carlos

Evento será realizado no centro de São Carlos, no estúdio onde Marcos Gentil Romero, o Tsunami trabalhava

Publicado em 17/01/2019 16:22:25

Flash Day vai arrecadar recursos para família de tatuador de Porto Ferreira morto a tiros em São Carlos
Marcos Tsunami foi executado por Fernando Ganci no dia 3 de dezembro - divulgação

Será realizado nesta sexta-feira, 18 de janeiro e no sábado, 19 de janeiro, o Flash Day. O evento está sendo  organizado pelos amigos do tatuador Marcos Gentil Romero, o Tsnunami, que foi morto a tiros em dezembro do ano passado nas imediações do Jaú Serve, próximo ao terminal rodoviário. 

O objetivo do evento é arrecadar dinheiro para ajudar a família da vítima. O Flash Day ocorre nesta sexta-feira (18), das 11h às 20h, e no sábado (19), das 11h às 15h, no estúdio onde o tatuador trabalhava, na Rua 7 de Setembro, no Centro, ao lado do Café Dona Júlia e quase em frente ao prédio da Câmara Municipal. 

Tsunami, foi assassinado com cinco tiros pelo empresário Fernando Ganci, que confessou o crime. Ele foi preso cinco dias após o crime na Divisa do Estado de São Paulo com o Mato Grosso do Sul.

 
Marcos Gentil Romero, o Tsunami, de 36 anos, foi morto e tiros em São Carlos — Foto: Reprodução/Facebook

Marcos Gentil Romero, o Tsunami, de 36 anos, foi morto e tiros em São Carlos — Foto: Reprodução/Facebook

O Flash Day contará com a participação de pelo menos oito tatuadores.  Os organizadores esperam cerca de 200 pessoas em cada dia. A ideia é fazer tatuagens rápidas para não demorar e dar conta de atender a todos. O pagamento será feito todo em dinheiro e o montante arrecadado será destinado à família de Tsunami. 

O crime aconteceu no dia 3 de dezembro. Ganci disse à polícia que, após o crime, deixou a mulher e a mãe, que estavam com ele no carro, em casa e seguiu em direção a Ribeirão Preto (SP). Ao passar pelo rio Mogi Guaçu, conferiu o tambor da arma e viu que tinha deflagrado quatro cápsulas e, então, jogou a arma no rio.

Ele contou que dirigiu até a Bolívia onde ficou por duas noites até ser convencido pela mulher a voltar para São Carlos e se entregar e, no percurso de volta, acabou sendo preso por policiais rodoviários.

Em depoimento ao delegado Gilberto de Aquino, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) ele confessou que atirou em Tsunamiporque ele fez um gesto que para o empresário parecia que ele pegaria uma arma.

Os advogados de Ganci entraram com o pedido de liberdade provisória, mas o pedido foi negado pela Justiça.

 

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